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Diario de bordo
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Fotos - Teatro de Marionetas do Porto
Escrito por grifu   •   Saturday, 2007-May-05

Foto.01 - A cabeça do anão depois de levar com o pau da armadilha



Foto.02 - O rato e a sua trotinete



Foto.03 - Sara (esquerda - actriz), Lili Marlene (lagarta - marioneta), Rui Pedro (centro - construtor/operador)
Edgar (direita - actor)



Foto.04 - LILI MARLENE com olhos



Foto.05 - Actores: Sérgio (esquerda), Sara (centro), Edgar (direita)



Foto.06 - O uso das plataformas permite criar profundidade de campo



Foto.07 - O urso teixeira (ainda sem olhos) e o grilo


Acompanhamento do Teatro de Marionetas do Porto
Escrito por grifu   •   Saturday, 2007-May-05
Tudo acontece a um ritmo completamente alucinante.
Chegam marionetas, umas com olhos, outras sem boca, aos ensaios seguem-se ensaios, nos intervalos ajustam-se luzes, gravam-se vozes.

O cenário é composto por três plataformas móveis que correm sobre uma calha e que no ínicio do espectáculo se abrem para apenas serem fechadas no final.
Por baixo destas plataformas encontram-se as marionetas, os adereços e toda uma panoplia de objectos a serem utilizadores em cena.
Todos estes elementos têm de ser colocados em sítios correspondentes à cena em que entram, para quando forem necessários ser dispendido o mínimo tempo possível.
Desta forma, é necessário estudar ao promenor a localização de todos os objectos.

Mais importante é conseguir que os actores consigam uma coordenação sincrona nos momentos de entrada e saida de cena, quando necessitam de colocar ou retirar de cena as marionetas ou adereços que por vezes apresentam tamanhos XL obrigando ao esforço de mais do que um actor para a sua colocação.
A noção dos tempos é algo extremamente importante e apresenta-se como um bailado.

Os actores à medida que vão conhecendo as marionetas vão explorando as suas possibilidades e dando vida às personagens como se as marionetas fossem extensões dos actores.
De facto, é incrivel o que é possível fazer com marionetas com apenas um manipulo mas multiplas articulações.
O ensaio técnico de luz é algo extramente demorado e doloroso para os actores pois têm de repetir multiplas vezes os movimentos, as posições, as entradas e saidas de cena até que tudo fique registado na mesa de luz.
Na realidade o desenho de luz possibilita a criação de ambientes fantásticos do imaginário.
Conjugando o desenho de luz com o desenho de som consegue-se a harmonia perfeita para o espectáculo.
O desenho de som também é ensaiado a partir do computador e só no final é gravado em cd-audio para ser também operador a partir da regie.

Portanto, na regie, o responsável (Rui Pedro) irá operar a mesa de luz, a mesa de som, o leitor de cd´s e o computador com a projecção.
Para conseguir esta coordenação apenas concebida para alguém com multiplas articulações como um polvo é necessário construir um guião objectivo e claro, com todas as deixas das falas ou acções que façam despolotar eventos.
A projecção de vídeo serve também para criar ambientes através das ilustrações do Júlio Vanzeler, aqui e ali surgem pequenas animações que ajudam a complementar a cena.
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